domingo, 17 de fevereiro de 2013

Onde está a piada?


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É no mínimo desesperador ter consciência de que o número de sub-humanos continua a crescer exorbitantemente nesse mundo. Não é possível nomear o sentimento de ver a sub-raça tornando-se cada dia mais numerosa e nós simplesmente nos mantemos cegos para algo tão óbvio.


E, ao contrário do que possam pensar, não há sentimento de superioridade, muito menos discriminação ou preconceito no que eu escrevo. Há, sim, desespero, sentimento de impotência e medo, muito medo.

Estamos vivendo em um mundo onde a cada dia é maior o número de criaturas que matam com uma facilidade impressionante (quando na verdade nem deveríamos nos matar). Estamos rodeados por uma quantidade cada vez maior de seres com uma capacidade absurda de se apoderar do que não lhes pertence, acreditando que assim estão se recompensando por viverem em um mundo cada dia mais injusto (como se não bastasse a existência daqueles que, ocupando cargos públicos, se apoderam daquilo que não lhes pertence como forma de se recompensarem por se sentirem superiores).

São incomensuráveis os estragos que a falta de educação, a má distribuição de renda e as injustiças sociais podem fazer a uma sociedade. Alguns desses estragos, inclusive, irreversíveis. Como, por exemplo, o assaltante que aparece no vídeo.

Quem poderá reverter os estragos causados nesse homem por essa sociedade doentia na qual vivemos? Ele acredita piamente que, ao assaltar e roubar, está trabalhando!

Quando assisti a esse vídeo na internet, havia uma série de comentários com risos, pois esse vídeo foi postado como algo engraçado. Mas não há nada de engraçado numa cena como essa!

Onde está a graça de viver numa sociedade tão doente que já chegou ao ponto de ladrão roubar ladrão???

O homem está tão desorientado, seu cérebro possui uma disfunção tão absurda que eu já estava vendo o momento em que ele pediria que prendessem as pessoas que o roubaram!!

No entanto, infelizmente, este senhor é apenas mais uma vítima desse sistema porco e injusto que tem feito e, desgraçadamente, continuará fazendo involuir um número cada vez maior de seres humanos.

Não é possível tirar do homem justamente aquilo que o humanizou. Não é possível que sejamos tão egoístas a ponto de massacrar, escravizar, involuir e destruir uma porcentagem tão grande da humanidade em prol da manutenção do luxo e da riqueza de tão poucos.

Se a revolução (pacífica e por uma sociedade mais justa) não partir de quem tem (boa) comida na mesa todos os dias, partirá de quem?




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